sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Dom Pomodoro

Ontem, também houve lugar para um almoço com vista para o Tejo e a receber o calorzinho do sol de inverno.
As Docas de Alcântara  parecem.me muito mais agradáveis num inicio de tarde, a um dia de semana, no inverno.
Ontem almocei pelo Dom Pomodoro e o spagethi com molho de tomate, manjericão e queijo de búfalo foi... divinal.

Leitaria Camponeza

Esta semana foi para pôr algumas conversas em dia. As férias por Lisboa podem ser muito boas.
Terça, eu e a Fi demos um saltinho pela Leitaria Camponeza para um café rápido.
As opções nunca são muitas, mas um galão (com espuma) e uma torrada, sabe sempre bem. Mas vale sobretudo pelo espaço arquitectónico e por vezes cultural.

Fonte
Mesmo ali na rua dos sapateiros, no número 155

Padaria Portuguesa

Hoje dei lá um saltinho. Acabadinha de abrir as portas, a Padaria Portuguesa prende o olhar pela variedade de pães, de croissant, de queijadas...

Situada na Av. João XXI nº9 ,
Aberto diariamente das 8h às 20h.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Já não se fazem homens como antigamente.




Acabadinho de receber o novo livro do queridissimo João Pedro Duarte. =P sem dúvida, estou curiosa para o ler...


E para quem quer receber (grates) um livro do mesmo autor é só participar aqui.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Cantina da Baldraca

Já há uns 3 anos tinha lá ido, já pouco me recordava. É um restaurante razoável a um preço muito aceitável. Só

é estranho estar à mesa e os empregados a retirarem os pratos da mesa e estamos nós na última garfada.

 Morada: Beco das Farinhas, nº 20. (Mouraria)

Festa de Natal...



Acho que já tive o meu dia de Natal, com pessoas com as quais escolhi estar.

Foi uma festa deliciosa...
Os sonhos (de comer e os que se vão construindo), o leite creme e o arroz doce...     sabores que lembram outros tempos.
As prendas, essas ganharam o mesmo sentido da infância... ir à procura,  descobrir o amigo secreto (em vez do Pai Natal).
E o calor do lar... o quentinho da lareira. E, ao deitar, o cheiro da lareira ainda permanece enrolado nos cabelos.
Dançar, aprender a dançar, fingir que dançamos... e no fim sorrir ou gargalhar, bem alto.
Descobrir nas mãos quem somos, descobrir o que o futuro nos deseja e, acima de tudo, saber que podemos sempre guiar o nosso caminho do modo que quisermos... basta sonhar.

Senti-me verdadeiramente feliz. Amei cada pedacinho. Senti-me novamente criança e com a mesma alegria. FOI a MELHOR festa de Natal de sempre. E que bem sabe as despedidas, também elas são uma festa.

Não é um adeus... é sempre um "Até já"

sábado, 11 de dezembro de 2010

Olive tree dance




Parece-me que prefiro este trance orgânico, ao electrónico. =) Depois de uma noite no groove bar, deu-me para cehgar a casa e ouvir disto.